Um novo caminho para o desenvolvimento sustentável, através do transporte ferroviário.

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Projeto de infraestrutura logística ferroviária 100% sustentável

O PROJETO LOGISTICO
  • Solução para as limitações de transporte ferroviário entre a Metrópole e o Porto de Santos.
Futuro
  • Economia com maior eficiência, e segurança, alinhada com as demandas logísticas.
  • Um passo adiante para uma economia sustentável.
Sustentabilidade

Apoiado em dois pilares:

  • A criação de uma Nova Reserva de Mata Atlântica.
  • Redução da emissão de poluentes no transporte de carga geral.
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO
Da metrópole ao porto, o modal ferroviário é a melhor alternativa para o escoamento das cargas.
RESERVA DE MATA ATLÂNTICA
A nova reserva que será criada pelo CLCG terá 190 hectares, que correspondem a 1.900.000m².
GERAÇÃO DE EMPREGO
O projeto beneficiará os moradores da região através da contratação preferencial e capacitação profissional.
LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA
Próximo ao Sistema Cremalheira que liga o Porto de Santos à Região Metropolitana.

Desenvolvimento Econômico Sustentável com Inclusão Social.

0 %
sustentável e em conformidade com a legislação
Alinhado com os objetivos da Agenda 2030 da ONU
0 %
da área para o uso logístico ferroviário
0 %

da área para a Nova Reserva de Mata Atlântica

0
novos empregos e capacitação profissional
R$ 0
milhões
Essa é a estimativa de investimentos prevista para a implantação do projeto completo.
Imagem Google Earth / Ilustração do Projeto

Infraestrutura:

FAQ

Perguntas frequentes

CLCG – Centro Logístico Campo Grande – também chamado de Porto Seco Campo Grande. Chega de dúvidas! Respostas às perguntas mais frequentes:

Não! O projeto é em volta da antiga estação ferroviária de Campo Grande, 4,6 Km distante da Vila de Paranapiacaba. Logo após a fábrica da Unipar.

Ao contrário, é 100% legal. Respeita e cuida do Meio-Ambiente. É 100% Sustentável, com 83% da área dedicada à Nova Reserva de Mata Atlântica, e os restantes 17% dedicados à transportar carga por ferrovia.

Porque a Via Anchieta, principal opção para transporte de cargas via Porto de Santos  já está congestionada, no limite de uso, e logo não vai mais dar conta. Já se sabe que a quantidade de cargas vai dobrar nos próximos anos. 

Especialistas brasileiros e europeus concluiram que a melhor alternativa para o Meio Ambiente, e menos custosa para a população, é aproveitar a ferrovia, que tem capacidade de sobra. 

Porque esse é o único lugar que atende todas as necessidades ferroviárias, e atende 100% a legislação: 

  • Essa antiga estação, entre Rio Grande da Serra e o Porto de Santos, é rota obrigatória, há mais de 100 anos, para a triagem e formação de trens.
  • O CLCG vai aliviar as consequências da diferença de altitude em relação ao nível do mar, que hoje limita o fluxo de carga
  • As funções do Porto Seco Campo Grande, tais como o armazenamento, e os ramais de cargas, já estão previstas para esse mesmo lugar no planejamento do Estado para a Macrometrópole.

Sim. Todas as ferrovias precisam do apoio de Centros Logísticos para plena eficiência. E, neste caso em especial, também devido à sua localização entre a Metrópole e o Porto de Santos.

As leis e o processo de licenciamento ambiental é que explicam onde pode haver remoção, e ao mesmo tempo protegem o Meio Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável. 

Conforme o estágio da vegetação ela pode ser removida, e nesse caso precisa obrigatoriamente ter uma compensação ambiental. 

No CLCG Porto Seco essa compensação ambiental será feita com a criação da Nova Reserva de Mata Atlântica. Para cada 5m² do imóvel, mais de 4m² vão ser ocupados pela Nova Reserva. 

O uso logístico corresponde a menos de 0,5% (meio por cento) do Macrozoneamento dessa parte de Santo André.

Porque essa é a única forma de realmente proteger e enriquecer a fauna e a flora. Estudos mostram que hoje a maior ameaça ali vem dos animais domésticos abandonados. O viveiro da Nova Reserva, e o manejo, garantirão a manutenção das espécies nativas, dos habitats e dos processos ecológicos presentes.

Outras atividades da Nova Reserva para proteger plantas e animais:

  • Educação e conscientização ambiental;
  • Restauração e preservação das espécies nativas;
  • Proteção e monitoramento da fauna e da flora;
  • Apoio ao Ecoturismo;
  • Conexão ecológica com as unidades de conservação regionais;
  • Monitoramento da qualidade das águas;

Não. Os estudos de tráfego realizados considerando a construção e operação do CLCG, demonstram que as alterações sobre o trânsito na Rodovia SP 122 são compatíveis com o tráfego de turistas para região. Além disso, o projeto prevê um programa de apoio às atividades turísticas, incluindo ciclistas.

Estamos sempre aqui ao seu lado

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